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<channel><title><![CDATA[&nbsp; Advocacia Felizardo Barroso &amp; Associados - Blog Felizardo]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/blog-felizardo.html]]></link><description><![CDATA[Blog Felizardo]]></description><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 18:57:59 -0800</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[Reportagem Pequenas Empresas Grandes Negócios/Setembro 2011]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/reportagem-pequenas-empresas-grandes-negciossetembro-2011.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/reportagem-pequenas-empresas-grandes-negciossetembro-2011.html#comments]]></comments><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 07:20:10 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/reportagem-pequenas-empresas-grandes-negciossetembro-2011.html</guid><description><![CDATA[&nbsp;Prezado Sr. S&eacute;rgio Tauhata Ynemine,&nbsp;Eis suas respostas.P. Quais os perigos que podem levar uma empresa franqueadora a fechar suas portas?R. Uma empresa franqueadora &ndash; como qualquer outra &ndash; sofre dos mesmos percal&ccedil;os que todas as empresas privadas comerciais, industriais ou de presta&cc [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text">&nbsp;<br /><span></span><br /><span></span>Prezado Sr. S&eacute;rgio Tauhata Ynemine,<br /><span></span><br />&nbsp;Eis suas respostas.<br /><span></span><br /><span></span>P. Quais os perigos que podem levar uma empresa franqueadora a fechar suas portas?<br /><span></span><br /><span></span>R. Uma empresa franqueadora &ndash; como qualquer outra &ndash; sofre dos mesmos percal&ccedil;os que todas as empresas privadas comerciais, industriais ou de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os sofrem; bem administradas ou n&atilde;o.<br /><span></span><br /><span></span>Precisam ser lucrativas, ou, ao menos superavit&aacute;rias; ou morrer&atilde;o.<br /><span></span><br /><span></span>Uma empresa que resolve franquear seu neg&oacute;cio &eacute; sempre uma empresa bem sucedida, posto que, <EM>&ldquo;mis&eacute;ria n&atilde;o se partilha</EM>&rdquo;, j&aacute; que franquear significa cativar parceiros para replicar um neg&oacute;cio exitoso.<br /><span></span><br /><span></span>As poucas empresas franqueadoras que claudicaram um dia, para n&atilde;o sucumbirem, foram auxiliadas por sua pr&oacute;pria rede de franqueados, empres&aacute;rios t&atilde;o independentes quanto seu franqueador, econ&ocirc;mica e financeiramente falando-se, j&aacute; que a &uacute;nica depend&ecirc;ncia, se assim se pudesse chamar, seria a mercadol&oacute;gica.<br /><span></span><br /><span></span>No caso da <STRONG>Mister Pizza,</STRONG> por exemplo, nos prim&oacute;rdios da rede, seu franqueador n&atilde;o ia bem financeiramente, quando um de seus franqueados <EM>&ldquo;comprou a&nbsp; rede&rdquo;</EM> e passou a ser franqueador, ele pr&oacute;prio, assumindo esta condi&ccedil;&atilde;o perante os outros franqueados.<br /><span></span><br /><span></span>P. Quais implica&ccedil;&otilde;es de uma rede que deixa de existir.<br /><span></span><br /><span></span>R. &nbsp;Uma rede de franquias &eacute; um ente <EM>sui generis</EM> &ndash; se bem que sem personalidade jur&iacute;dica pr&oacute;pria &ndash; &nbsp;econ&ocirc;mica e financeiramente, mal comparando-se com o esp&oacute;lio e com a massa falida, estes dois &uacute;ltimos, por&eacute;m, com personalidade destacada do falecido, ou da firma falida que lhe deram origem.<br /><span></span><br /><span></span>Acho muito dif&iacute;cil uma rede deixar de existir, principalmente causando preju&iacute;zos aos franqueados que a integram, os quais ter&atilde;o sempre como se defender.<br /><span></span><br /><span></span>P. Quais os direitos do franqueado?<br /><span></span><br /><span></span>R. Seus direitos e obriga&ccedil;&otilde;es estar&atilde;o definidos em um contrato de franquia que faz lei entre as partes, o qual, perante a lei brasileira, deve ser escrito.<br /><span></span><br /><span></span>P. Ele pode aproveitar o seu <EM>know-how</EM> e estrutura se decidir continuar no ramo?<br /><span></span><br /><span></span>R. Como vimos se o franqueador sucumbir, o franqueado n&atilde;o sucumbir&aacute;, necess&aacute;ria e automaticamente, &nbsp;podendo, sim, continuar no ramo, imediata e ininterruptamente.<br /><span></span><br /><span></span>A quarentena, que geralmente &eacute; mandat&oacute;ria de 2 anos, n&atilde;o se aplicaria ao franqueado, cujo franqueador deixou de existir.<br /><span></span><br /><span></span>P. O franqueado teria direito a alguma indeniza&ccedil;&atilde;o?<br /><span></span><br /><span></span>R. N&atilde;o; claro que n&atilde;o.<br /><span></span><br /><span></span>Franqueado n&atilde;o &eacute;, em absoluto, dependente do franqueador, financeira e economicamente falando-se. A &uacute;nica &ldquo;depend&ecirc;ncia&rdquo; (entre aspas), que existiria seria a mercadol&oacute;gica, por haver jurado fidelidade &agrave; marca de seu franqueador.<br /><span></span><br /><span></span>P. Existe seguro de responsabilidade civil para cobrir eventuais preju&iacute;zos?<br /><span></span><br /><span></span>R. Todas perguntas que me foram postas, partem de uma premissa que eu reputo errada: qual seja, a de que o franqueado depende visceral, financeira e economicamente de seu franqueador para existir.<br /><span></span><br /><span></span>Logo, n&atilde;o se pode falar em seguro de responsabilidade civil para cobrir eventuais preju&iacute;zos de franqueados.<br /><span></span><br /><span></span>Claro que os franqueados podem contratar seguro sobre sua pr&oacute;pria performance (os chamados <EM>performance bonds)</EM> &nbsp;e at&eacute; sobre a <EM>performanc</EM>e do franqueador, sendo que, ele pr&oacute;prio franqueador, tamb&eacute;m, pode fazer o mesmo.<br /><span></span><br /><span></span>Redes de franqueados bem estruturadas, possuem um <STRONG>Conselho de Franqueados</STRONG> que administram conjunta e compartilhadamente, com o franqueador, a rede que integram.<br /><span></span><br /><span></span>Portanto, n&atilde;o se pode falar em franqueados indefesos como a pauta de sua mat&eacute;ria d&aacute; a entender.<br /><span></span><br /><span></span>Veja como &eacute; rico e prestigioso o <STRONG>SISTEMA DE FRANCHISING </STRONG>e imune &agrave;s fragilidades que possam alcan&ccedil;ar os franqueados.<br /><span></span><br /><span></span><STRONG>I - POR SUAS QUALIDADES INTR&Iacute;NSECAS, S&Oacute; O FRANCHISING.</STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG>&nbsp;</STRONG><br /><span></span><br /><span></span><EM>- multiplica novos neg&oacute;cios, com menores riscos;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- procura oferecer o melhor produto a um pre&ccedil;o competitivo;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- fomenta o crescimento de outros setores, incluindo o industrial;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- gera novos empregos;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- dissemina novas tecnologias e aprimora servi&ccedil;os;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- prioriza o desenvolvimento de produtos com qualidade;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- constitui uma ferramenta para forma&ccedil;&atilde;o de novos empres&aacute;rios;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- qualifica m&atilde;o-de-obra para o varejo;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- propicia economia de escala.</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>&nbsp;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>&nbsp;</EM><br /><span></span><br /><span></span><STRONG>II - E, POR SUAS CARACTER&Iacute;STICAS ELE</STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG>&nbsp;</STRONG><br /><span></span><br /><span></span><EM>- &eacute; um sistema, pois, baseia-se em parceria;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- &eacute; abrangente, ... pois, atua em diversos segmentos;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- &eacute; &aacute;gil ... pois, responde prontamente aos anseios do mercado;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- &eacute; direto .... pois, evita as morosas hierarquias.</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>&nbsp;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>&nbsp;</EM><br /><span></span><br /><span></span><STRONG>III - POR TUDO ISTO ELE &Eacute; UM SISTEMA VENCEDOR, PROPORCIONANDO</STRONG><STRONG>.</STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG>&nbsp;</STRONG><br /><span></span><br /><span></span><EM>- expans&atilde;o avan&ccedil;ada atrav&eacute;s de capilaridade comercial;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- descentraliza&ccedil;&atilde;o organizada atrav&eacute;s de alto grau de motiva&ccedil;&atilde;o dos &nbsp;administradores (porque donos) de cada subsistema operacional;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- coes&atilde;o organizacional</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>- integra&ccedil;&atilde;o do canal distributivo atrav&eacute;s de intensa, sineg&eacute;tica e integrada difus&atilde;o de suas atividades.</EM><br /><span></span><br /><span></span>&Eacute; o que me competia dizer, esperando haver atendido &agrave;s suas necessidades.<br /><span></span><br /><span></span>Fico &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o para as perguntas, a partir de hoje, 3&ordf;. feira, dia 06 do corrente, o dia todo preferencialmente, pela manh&atilde;, a partir das 11 horas, nos seguintes telefones fixos: 21- 2157-0773 e celular: 21- 8114-7909.<br /><span></span><br /><span></span>Abra&ccedil;os,<br /><span></span><br /><span></span>Prof. Dr. Luiz Felizardo Barroso.<br /><span></span><br /><span></span><EM>&nbsp;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>&nbsp;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>&nbsp;</EM><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>O Prof. Dr. Luiz Felizardo Barroso &eacute;</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>Presidente da Cobrart Gest&atilde;o de Ativos e Participa&ccedil;&otilde;es Ltda.</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>Titular da empresa Advocacia Felizardo Barroso &amp; Associados.</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>luiz@felizardo.com</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>&nbsp;</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><EM>&nbsp;</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>&nbsp;</EM><br /><span></span><br /><span></span></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[            “Cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém”.]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/-cautela-e-caldo-de-galinha-nunca-fizeram-mal-a-ningum.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/-cautela-e-caldo-de-galinha-nunca-fizeram-mal-a-ningum.html#comments]]></comments><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 07:14:56 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/-cautela-e-caldo-de-galinha-nunca-fizeram-mal-a-ningum.html</guid><description><![CDATA[&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Durante sua carreira, a maioria dos altos executivos envolver-se-&agrave; em pelo menos uma, e quando necess&aacute;rio, at&eacute; em mais de uma transa&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica, seja para melhorar o seu desempenho econ&ocirc;mico-financeiro, com o aumento da receita; &nbsp;promover economia de custo e me [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Durante sua carreira, a maioria dos altos executivos envolver-se-&agrave; em pelo menos uma, e quando necess&aacute;rio, at&eacute; em mais de uma transa&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica, seja para melhorar o seu desempenho econ&ocirc;mico-financeiro, com o aumento da receita; &nbsp;promover economia de custo e melhorias nos processos, ou at&eacute; para atender ao apelo pat&eacute;tico de <EM>&ldquo;cres&ccedil;a ou morra</EM>&rdquo;.<BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diversos setores de nossa economia, em maior ou menor propor&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o constantemente afetados pelas F&amp;A, sendo o contexto empresarial globalizado o grande terreno f&eacute;rtil para as F&amp;A, acelerando a necessidade de as empresas adquirirem vantagens competitivas para garantir sua sobreviv&ecirc;ncia.<BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Diversos setores de atividade &ndash; a partir deste contexto globalizado - est&atilde;o sofrendo com o gigantismo das institui&ccedil;&otilde;es financeiras, elas pr&oacute;prias afetadas pelas F&amp;A, a demandarem de seus parceiros terceirizados, um maior porte, que lhes permita atender aos anseios de sua clientela, por uma maior dinamiza&ccedil;&atilde;o das opera&ccedil;&otilde;es e um menor n&uacute;mero de parceiros.<BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Atenta a estes objetivos, como tudo que come&ccedil;a em abra&ccedil;os acaba nas m&atilde;os dos advogados, e tudo que se inicia com a atua&ccedil;&atilde;o dos advogados acaba em abra&ccedil;os, seja-nos permitido, apenas, elencar alguns pontos, sob os aspectos dos alicerces jur&iacute;dicos que dever&atilde;o suportar os processos de F&amp;A de empresas, sem que se descuide de uma avalia&ccedil;&atilde;o dos respectivos impactos, para que n&atilde;o se tenha de chamar, novamente, os advogados, desta feita para apagar inc&ecirc;ndios.<BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><EM>&nbsp;</EM><BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><EM>&nbsp;&nbsp;F</EM><STRONG> &amp; A &ndash; ASPECTOS JUR&Iacute;DICOS</STRONG> - <STRONG><EM>Aspectos Legais envolvendo as diferentes estruturas adotadas em opera&ccedil;&otilde;es de F &amp; A</EM></STRONG><EM>. &nbsp;As seguintes<STRONG> r</STRONG></EM>egras previstas nas leis de S/A e na Regulamenta&ccedil;&atilde;o da C.V.M. para as opera&ccedil;&otilde;es de &nbsp;<STRONG><EM>F &amp; A,</EM></STRONG> &nbsp;devem ser observadas, bem como os aspectos fiscais em cada estrutura.<BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><STRONG><U>PROCESSOS DE <EM>DUE DILEGENCE</EM></U></STRONG><STRONG><EM>. </EM></STRONG>Abordagem pr&aacute;tica do processo de <EM>due diligence</EM>, tratando da sua condu&ccedil;&atilde;o e de seus principais objetivos. Uma aprecia&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica - cont&aacute;bil ampla e profunda, n&atilde;o se analisando s&oacute; o presente e o passado da empresa, como se estiv&eacute;ssemos olhando para ela por um retrovisor, mas com vistas ao seu futuro, seus planos de crescimento; seus contratos fechados e/ou aguardando fechamento; enfim, perspectivas de desenvolvimento empresarial, bem como o &acirc;nimo de seus gestores e acionistas, e ou cotista controladores.<BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </EM><STRONG></STRONG><BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><STRONG><U>&nbsp;</U></STRONG><STRONG><U>PRINCIPAIS CONTRATOS E DOCUMENTOS ENVOLVIDOS EM UMA OPERA&Ccedil;&Atilde;O DE F &amp; A. - </U></STRONG>An&aacute;lise das principais cl&aacute;usulas de um contrato de compra e venda de a&ccedil;&otilde;es; acordo de acionistas e/ou cotistas; pactos de investimentos e demais documentos relacionados &agrave;s opera&ccedil;&otilde;es de incorpora&ccedil;&atilde;o, fus&atilde;o e aquisi&ccedil;&atilde;o<EM>.</EM><BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><STRONG>&nbsp;</STRONG><BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><STRONG><U>PROVID&Ecirc;NCAS P&Oacute;S <EM>CLOSING</EM></U></STRONG><STRONG>&nbsp; - </STRONG>Descri&ccedil;&atilde;o das provid&ecirc;ncias a serem adotadas, ap&oacute;s o fechamento das opera&ccedil;&otilde;es, tais como a comunica&ccedil;&atilde;o ao CADE (se for o caso); gerenciamento de conting&ecirc;ncias, etc...<BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><EM>&nbsp;</EM><BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><EM>Isto posto voltamos a &nbsp;repetir:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </EM><EM>&ldquo;cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ningu&eacute;m&rdquo;.</EM><BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><EM>Prof. Dr. Luiz Felizardo Barroso</EM><BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (<A href="mailto:luiz@felizardo.com">luiz@felizardo.com</A>)</EM><BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN><EM>&eacute; Advogado titular da Advocacia Felizardo Barroso &amp; Associados e&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Presidente da Cobrart Gest&atilde;o de Ativos e Part.. Ltda.</EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <BR><SPAN></SPAN><BR><SPAN></SPAN></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[“Cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém”.]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/cautela-e-caldo-de-galinha-nunca-fizeram-mal-a-ningum.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/cautela-e-caldo-de-galinha-nunca-fizeram-mal-a-ningum.html#comments]]></comments><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 07:13:12 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/cautela-e-caldo-de-galinha-nunca-fizeram-mal-a-ningum.html</guid><description><![CDATA[ [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[LOBBY]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/lobby.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/lobby.html#comments]]></comments><pubDate>Thu, 10 Nov 2011 07:05:27 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/lobby.html</guid><description><![CDATA[Temos assistido estarrecidos, ao desvio de verbas p&uacute;blicas alocadas aos minist&eacute;rios, atrav&eacute;s de ONGs fantasmas, criadas, propositalmente, para fins escusos.O novo Ministro &ndash; agindo como aquele indiv&iacute;duo que, n&atilde;o querendo visitas indesej&aacute;veis, tira o sof&aacute; da sala &ndash; declarou que n&atilde;o mais firmaria conv&ecirc;nios com as ONGs, esquecido daquelas entidades qu [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text">Temos assistido estarrecidos, ao desvio de verbas p&uacute;blicas alocadas aos minist&eacute;rios, atrav&eacute;s de ONGs fantasmas, criadas, propositalmente, para fins escusos.<br /><span></span><br /><span></span>O novo Ministro &ndash; agindo como aquele indiv&iacute;duo que, n&atilde;o querendo visitas indesej&aacute;veis, tira o sof&aacute; da sala &ndash; declarou que n&atilde;o mais firmaria conv&ecirc;nios com as ONGs, esquecido daquelas entidades que, moral, &eacute;tica e legalmente, cumprem sua miss&atilde;o, desempenhando, at&eacute; muitas vezes, atribui&ccedil;&otilde;es que, por defini&ccedil;&atilde;o, deveriam pertencer&nbsp; ao Poder P&uacute;blico.<br /><span></span><br /><span></span>Enquanto isto, entidades associativas, como o nosso <STRONG>ROTARY</STRONG> <STRONG>CLUB</STRONG> e a <STRONG>Associa&ccedil;&atilde;o dos Diplomados da Escola Superior de Guerra</STRONG> (<STRONG>ADESG), </STRONG>da qual fazem parte in&uacute;meros companheiros nossos, inclusive seu pr&oacute;ximo e digno presidente nacional (rec&eacute;m empossado como rotariano em nosso clube, para alegria nossa), amargam dificuldades financeiras, incapacitadas para v&ocirc;os mais altos, eis que dependem, exclusivamente, das contribui&ccedil;&otilde;es de seus respectivos associados.<br /><span></span><br /><span></span>O <STRONG>Rotary</STRONG>, bem como a <STRONG>ADESG</STRONG> s&atilde;o entidades apartid&aacute;rias, n&atilde;o se envolvendo em atividades pol&iacute;ticas, <EM>estrito sensu,</EM> institui&ccedil;&otilde;es estas &agrave;s quais urge, s.m.j., que se mostrem mais ami&uacute;de &agrave; nossa sociedade, criando, inclusive, uma corrente de opini&atilde;o p&uacute;blica favor&aacute;vel e, portanto, que melhor as conhe&ccedil;a e lhes fa&ccedil;a justi&ccedil;a, &nbsp;para que sejam lembradas na oportunidade de receberem doa&ccedil;&otilde;es desinteressadas, venham de onde vierem.<br /><span></span><br /><span></span>Este trabalho pode e deve ser feito atrav&eacute;s de uma competente assessoria de imprensa, bem como de um <EM>labor </EM>de atua&ccedil;&atilde;o mais espec&iacute;fica, por meio de sua inser&ccedil;&atilde;o nas m&iacute;dias sociais.<br /><span></span><br /><span></span>Nada impede, por&eacute;m, que ousemos at&eacute; um pouco mais, exercendo, inclusive, uma atividade l&iacute;cita de <EM>lobby </EM>para que verbas p&uacute;blicas do or&ccedil;amento federal n&atilde;o caiam, a toda hora, nas m&atilde;os de pol&iacute;ticos corruptos, como, ali&aacute;s, temos presenciado ultimamente.<br /><span></span><br /><span></span>Como &eacute; sabido o <EM>lobby</EM> &eacute; muito utilizado no meio pol&iacute;tico, mas, infelizmente, a grande maioria tem uma id&eacute;ia err&ocirc;nea da verdadeira acep&ccedil;&atilde;o do termo.<br /><span></span><br /><span></span>Fazer <EM>lobby</EM> &eacute; algo muito natural. Todos n&oacute;s, em princ&iacute;pio, o fazemos. Entre alguns exemplos de <EM>lobbies,</EM> podemos citar a circunst&acirc;ncia de um filho tentando convencer seu pai a lhe dar um aumento de mesada, ou mesmo, quando um Sindicato, discute melhorias nas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho para os seus associados. <br /><span></span><br /><span></span>Desta forma o <EM>lobby</EM> precisa ser desvinculado de sua pecha de ilegalidade. Em pa&iacute;ses mais adiantados, como nos Estados Unidos da Am&eacute;rica do Norte (USA), sua atividade &eacute; perfeitamente licita, porque &eacute; regulada por lei.<br /><span></span><br /><span></span>Defender os interesses de organiza&ccedil;&otilde;es dignas, por todos os t&iacute;tulos, como o nosso <STRONG>Rotary Club</STRONG> e a <STRONG>ADESG,</STRONG> al&eacute;m de ser um dever de todos n&oacute;s, &eacute; um direito que nos assiste plenamente. E, ao exerc&ecirc;-lo, quem o sabe, at&eacute; estar&iacute;amos contribuindo para moralizar a aplica&ccedil;&atilde;o das verbas do or&ccedil;amento federal, que os maus pol&iacute;ticos desviam para organiza&ccedil;&otilde;es inid&ocirc;neas, a fim de se locupletarem pessoalmente.<br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>&nbsp;</EM></STRONG><br /><span></span><STRONG><EM>LUIZ FELIZARDO BARROSO</EM></STRONG><EM>.</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>Classifica&ccedil;&atilde;o: Ensino Superior</EM><br /><span></span><br /><span></span><EM>Secret&aacute;rio da Comiss&atilde;o de &Eacute;tica e Cidadania</EM></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Eireli,  LTDA. e S/A.]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/eireli-ltda-e-sa.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/eireli-ltda-e-sa.html#comments]]></comments><pubDate>Mon, 07 Nov 2011 07:24:16 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2011/11/eireli-ltda-e-sa.html</guid><description><![CDATA[O que prev&ecirc; o projeto de Lei aprovado na C&acirc;mara e no Senado, sancionado pela presidente Dilma Rousseff, instituindo a modalidade de empresa individual de responsabilidade limitada, chamada Eireli?O projeto sancionado pela Presidente Dilma Rousseff, instituindo a modalidade de empresa individual de responsabilidade limitada, prev&ecirc; a possibilidade de n&atilde;o mais sermos obrigados a ter um s&oacute;cio  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text">O que prev&ecirc; o projeto de Lei aprovado na C&acirc;mara e no Senado, sancionado pela presidente Dilma Rousseff, instituindo a modalidade de empresa individual de responsabilidade limitada, chamada Eireli?<br /><span></span><br /><span></span>O projeto sancionado pela Presidente Dilma Rousseff, instituindo a modalidade de empresa individual de responsabilidade limitada, prev&ecirc; a possibilidade de n&atilde;o mais sermos obrigados a ter um s&oacute;cio pro - forma se resolv&ecirc;ssemos constituir uma empresa, cujas leis brasileiras, at&eacute; ent&atilde;o, s&oacute; a permitiriam se se reunissem, no m&iacute;nimo, duas ou mais pessoas.<br />&nbsp;Existe na legisla&ccedil;&atilde;o brasileira a firma individual, s&oacute; que todo o patrim&ocirc;nio desta pessoa responde pelas obriga&ccedil;&otilde;es contra&iacute;das em nome de sua firma individual.<br />Hoje, voc&ecirc; pode constituir sua firma individual e destinar parte, apenas, de seu patrim&ocirc;nio para garantir as obriga&ccedil;&otilde;es de sua firma.<br /><span></span><br /><span></span>Quais ser&atilde;o as responsabilidades do empres&aacute;rio que desejar inserir sua empresa nesta modalidade?<br />As responsabilidades dos empres&aacute;rios limitar-se-&atilde;o, ent&atilde;o, t&atilde;o somente, ao montante dos bens e direitos que resolver aportar &agrave; sua firma, independentemente do resto, que ser&aacute; s&oacute; seu.<br /><span></span><br /><span></span>Quais os pontos positivos e os negativos desta nova Lei para o empres&aacute;rio? E para as empresas que v&atilde;o negociar com ele?<br /><span></span>S&oacute; vejo pontos positivos; negativos, nenhum. Esta &eacute; uma necessidade &ndash; preenchida por v&aacute;rias legisla&ccedil;&otilde;es estrangeiras, h&aacute; muitos anos &ndash; que, em boa hora, foi compreendida e efetivada pelo legislador brasileiro.<br />As empresas que ir&atilde;o negociar com este tipo de sociedade ter&atilde;o a certeza do tamanho do ativo pertencente exclusivamente &agrave; empresa, destacado do patrim&ocirc;nio individual de seu s&oacute;cio.<br /><span></span><br /><span></span>Quais s&atilde;o os ramos de neg&oacute;cios que se encaixam na modalidade Eireli?<br />Todos os ramos de neg&oacute;cio podem ser contemplados com esta nova roupagem jur&iacute;dica; principalmente aquelas pr&oacute;prias das pequenas e m&eacute;dias empresas, a quem a nova lei, indiscutivelmente, se dirige.<br /><span></span><br /><span></span>Quais as principais diferen&ccedil;as entre as modalidades Eireli, Ltda e S.A.?<br />&nbsp;Eireli &ndash; Novidade em nossa legisla&ccedil;&atilde;o.<br /><span></span>Ltda. &ndash; Antiga, sempre existiu, exigindo para sua constitui&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, no m&iacute;nimo dois s&oacute;cios. &nbsp;A&nbsp; Eireli e a Ltda., ambas s&atilde;o destinadas &agrave;s pequenas e m&eacute;dias empresas.<br />S.A &ndash; No m&iacute;nimo dois s&oacute;cios. Roupagem jur&iacute;dica destinada &agrave;s grandes empresas privadas (nacionais, multinacionais), empresas de economia mista e mesmo empresas p&uacute;blicas.<br /><span></span><br /><span></span></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[ ADVERTENCIA AOS MAUS FRANQUEADORES]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/06/-advertencia-aos-maus-franqueadores.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/06/-advertencia-aos-maus-franqueadores.html#comments]]></comments><pubDate>Fri, 10 Jun 2011 12:01:11 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2011/06/-advertencia-aos-maus-franqueadores.html</guid><description><![CDATA[&ldquo;DICAS DO ADVOGADO&rdquo;ADVERT&Ecirc;NCIA AOS MAUS FRANQUEDORES (EXTRA&Iacute;DA DE UM CASO CONCRETO EM CURSO NO JUDICIARIO).&nbsp;Merit&iacute;ssimo Doutor Juiz, embora o  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: justify; "><STRONG><U>&ldquo;DICAS DO ADVOGADO&rdquo;</U></STRONG><br /><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><U>ADVERT&Ecirc;NCIA AOS MAUS FRANQUEDORES </U></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><U>(EXTRA&Iacute;DA DE UM CASO CONCRETO EM CURSO NO JUDICIARIO</U></STRONG><STRONG><U>).</U></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG>&nbsp;</STRONG><br /><span></span>Merit&iacute;ssimo Doutor Juiz, embora o sistema de franquia empresarial j&aacute; exista no Brasil, h&aacute; mais de vinte anos, mesmo na aus&ecirc;ncia de uma Lei especifica que definisse sua natureza jur&iacute;dica e regesse os primeiros contatos entre os franqueadores e seus futuros franqueados &ndash; que &eacute; de 1994 (Lei n&ordm; 8.955/94), &nbsp;o franchising no Brasil &eacute; muito jovem.<br /><span></span><br /><span></span>Nos Estados Unidos da Am&eacute;rica do Norte, onde ele nasceu, h&aacute; mais de 50 (cinq&uuml;enta) anos, j&aacute; atingiu um patamar invej&aacute;vel de aperfei&ccedil;oamento da rela&ccedil;&atilde;o franqueador/franqueado.<br /><span></span><br /><span></span>No Brasil, infelizmente, isto n&atilde;o ocorre ainda, e, embora existam franquias de sucesso (gra&ccedil;as aos seus respectivos franqueadores haverem compreendido e se conscientizado dos seus deveres e de seu papel de l&iacute;der na rela&ccedil;&atilde;o), ainda encontramos empres&aacute;rios que, travestidos de franqueadores, conspurcam o sistema e, prevalecendo-se de sua condi&ccedil;&atilde;o de maior porte econ&ocirc;mico e financeiro, subjugam seus franqueados, reduzindo-os &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de mero &ldquo;gerent&otilde;es&rdquo;, sem qualquer independ&ecirc;ncia na gest&atilde;o de seu pequeno neg&oacute;cio, que passa a ser de &ldquo;propriedade&rdquo; do franqueador, embora todos os seus riscos, continuem&nbsp; sendo dos franqueados.<br /><span></span><br /><span></span>Com este pano de fundo, poderemos agora caracterizar, Merit&iacute;ssimo Doutor Juiz, o que ocorreu em respeito aos requerentes e requeridos.<br /><span></span><br /><span></span>Nesta hip&oacute;tese concreta, o que houve &ndash; sob o ponto de vista conceitual &ndash; foi uma total subvers&atilde;o daquilo que se entende universalmente sobre franquia, seja ela p&uacute;blica, social ou empresarial, a qual se pauta pela excel&ecirc;ncia de uma rela&ccedil;&atilde;o de parceria, necessariamente existente entre dois empres&aacute;rios que, embora aut&ocirc;nomos e independentes - na gest&atilde;o de suas respectivas empresas &ndash; s&atilde;o perfeitamente harm&ocirc;nicos &ndash; como, ali&aacute;s, o devem ser, a todo tempo &ndash; quanto ao uso da marca e a consecu&ccedil;&atilde;o do escopo &uacute;nico da franquia, qual seja a realiza&ccedil;&atilde;o do conceito de um determinado neg&oacute;cio, por empres&aacute;rios de diversas origens, animados por serem &ldquo;donos de seu pr&oacute;prio nariz&rdquo;, com o irrestrito apoio do franqueador, o qual <EM>&ldquo;in casu&rdquo;</EM> nunca houve, tendo, ao contrario, sido substitu&iacute;do por uma rela&ccedil;&atilde;o doentia e madrasta, longe, muito longe, de uma franquia empresarial; como &eacute; de senso comum. <br /><span></span><br /><span></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRONG><EM>Prof. Dr. Luiz Felizardo Barroso</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>S&oacute;cio Titular da Advocacia Felizardo Barroso &amp; Associados</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>luiz@felizardo.com</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>&nbsp;</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[O PAPEL, A SOBREVIVÊNCIA E O PRIVILÉGIO DAS LIDERANÇAS POLITICAS.]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/06/o-papel-a-sobrevivncia-e-o-privilgio-das-lideranas-politicas.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2011/06/o-papel-a-sobrevivncia-e-o-privilgio-das-lideranas-politicas.html#comments]]></comments><pubDate>Fri, 10 Jun 2011 12:00:21 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2011/06/o-papel-a-sobrevivncia-e-o-privilgio-das-lideranas-politicas.html</guid><description><![CDATA[O PAPEL, A SOBREVIV&Ecirc;NCIA E O PRIVIL&Eacute;GIO DAS LIDERAN&Ccedil;AS POLITICAS.&nbsp;A atual conjuntura pol&iacute;tica em que a oposi&ccedil;&atilde;o culpa o governo por fraude eleitoral, levou-nos a uma s&eacute;rie de reflex&otilde;es, as quais gostar&iacute;amos de compartilhar com o leitor, pois cremos que o &nbsp;excesso de privil&eacute;gi [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: left; "><STRONG><U>O PAPEL, A SOBREVIV&Ecirc;NCIA E O PRIVIL&Eacute;GIO DAS LIDERAN&Ccedil;AS POLITICAS.</U></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG>&nbsp;</STRONG>A atual conjuntura pol&iacute;tica em que a oposi&ccedil;&atilde;o culpa o governo por fraude eleitoral, levou-nos a uma s&eacute;rie de reflex&otilde;es, as quais gostar&iacute;amos de compartilhar com o leitor, pois cremos que o &nbsp;excesso de privil&eacute;gios nos quais se arvoram os parlamentares, est&aacute; na raiz de toda a crise.<br /><span></span><br /><span></span>Em direito p&uacute;blico, como o sabemos, as for&ccedil;as pol&iacute;ticas podem ser coletivas e individuais, representadas estas &uacute;ltimas pelo l&iacute;der pol&iacute;tico social ou religioso. As for&ccedil;as coletivas, de seu lado, podem ser classificadas como org&acirc;nicas e inorg&acirc;nicas; dentre as primeiras, encontramos os partidos pol&iacute;ticos e as for&ccedil;as politizadas sociais, representadas pelos grupos de press&atilde;o, pela m&iacute;dia; bem como pelas as estatais, como a tecnoburocracia e as for&ccedil;as armadas.<br /><span></span><br /><span></span>Quanto &agrave;s for&ccedil;as inorg&acirc;nicas, temos a opini&atilde;o p&uacute;blica, ali&aacute;s, largamente utilizada pela classe pol&iacute;tica, da qual queremos tratar.<br /><span></span><br /><span></span>No poder &ndash; seja em que pa&iacute;s for &ndash; h&aacute; sempre uma classe pol&iacute;tica predominante, que se constitui em uma elite; grupo, mais ou menos fechado, que maneja o poder e que possui caracter&iacute;sticas bem definidas, tanto no plano espiritual, como no plano social e, &eacute; claro, no plano pol&iacute;tico propriamente dito.<br /><br /><span></span><br /><span></span>Esta elite se considera privilegiada e a pr&oacute;pria sociedade a aceita como tal; o que lhe tem garantido for&ccedil;a total e uma estabilidade sem par, bem como uma boa dose de impunibilidade quanto aos seus excessos.<br /><br /><span></span><br /><span></span>As formas de governo podem mudar, n&atilde;o importa. As classes pol&iacute;ticas em todo o mundo, sempre se adaptar&atilde;o a qualquer regime pol&iacute;tico, democr&aacute;tico ou n&atilde;o, porque &eacute; ela que sempre manda, e, embora seja uma minoria, jamais sucumbe. Seus integrantes est&atilde;o sempre por cima, liderando partidos pol&iacute;ticos, que manejam &agrave; sua vontade, ou ent&atilde;o, criando novos ao se redor; se tanto for necess&aacute;rio &agrave; consecu&ccedil;&atilde;o de seus objetivos exclusivistas.<br /><span></span><br /><span></span>Em verdade as lideran&ccedil;as pol&iacute;ticas, adaptam-se &agrave;s modifica&ccedil;&otilde;es que lhes s&atilde;o impostas pelos fatos, e, seja qual for o regime - salvo quando em jogo os seus princ&iacute;pios - procuram influenciar os acontecimentos, ora no poder, ora na oposi&ccedil;&atilde;o.<br /><span></span><br /><span></span>Os privil&eacute;gios desta classe pol&iacute;tica chegam a nos fazer pensar se n&atilde;o existiria um sistema pol&iacute;tico melhor do que o nosso.<br /><span></span><br /><span></span>Por mais que pensemos &ndash; &agrave; luz do exemplo de outros pa&iacute;ses que j&aacute; o adotaram, na santa ilus&atilde;o de se darem bem &ndash; &nbsp;n&atilde;o conseguimos encontr&aacute;-lo, pois todos&nbsp; fracassaram em sua escolha.<br /><span></span><br /><span></span>Por pior que seja &ndash; de tempos em tempos - o melhor regime ainda &eacute; o democr&aacute;tico, com a reparti&ccedil;&atilde;o dos poderes da Rep&uacute;blica entre o Executivo, Judici&aacute;rio e Legislativo; todos independentes, por&eacute;m harm&ocirc;nicos entre si.<br /><span></span><br /><span></span>H&aacute; quem afirme que a democracia n&atilde;o &eacute; para quem a quer e sim para quem possa realmente adot&aacute;-la, em todo o seu esplendor, ou seja, &nbsp;para quem j&aacute; atingiu um certo grau de maturidade c&iacute;vica.<br /><span></span><br /><span></span>O exerc&iacute;cio do processo democr&aacute;tico &eacute;, mal comparando, como andar de bicicleta. N&atilde;o se apreende sem antes levar v&aacute;rios tombos.<br /><span></span><br /><span></span>A <STRONG>Democracia Brasileira</STRONG> estaria assim, ainda na fase de sua aprendizagem e os &ldquo;tombos&rdquo; seriam as crises pelas quais vivemos passando.<br /><span></span><br /><span></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O dilema &eacute;, at&eacute; quando?<br /><span></span><br /><span></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em que s&eacute;culo aprenderemos, afinal, a pedalar nossa &ldquo;bicicleta democr&aacute;tica&rdquo;, sem cair de cima dela a todo instante?<br /><span></span><br /><span></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>Prof. Dr. Luiz Felizardo Barroso</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>Diretor Jur&iacute;dico da ADESG</EM></STRONG><br /><span></span><br /><span></span><STRONG><EM>(<A href="mailto:luiz@felizardo.com">luiz@felizardo.com</A></EM></STRONG>).<br /><span></span><br /><span></span></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Rivalidade]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2010/08/rivalidade.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2010/08/rivalidade.html#comments]]></comments><pubDate>Wed, 25 Aug 2010 08:48:15 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2010/08/rivalidade.html</guid><description><![CDATA[&nbsp;A maioria das desaven&ccedil;as que ocorrem entre franqueadores e franqueados &eacute; devido ao fato de o franqueador n&atilde;o ter se conscientizado de suas verdadeiras atribui&ccedil;&otilde;es. &nbsp;Na linha do que [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph editable-text" style=" text-align: justify; "><span style="font-size: 9pt; font-family: 'Calisto MT';"><font color="#000000">&nbsp;</font></span><br /><span style="font-size: 9pt; font-family: 'Calisto MT'; color: rgb(102, 102, 102);">A maioria das desaven&ccedil;as que ocorrem entre franqueadores e franqueados &eacute; devido ao fato de o franqueador n&atilde;o ter se conscientizado de suas verdadeiras atribui&ccedil;&otilde;es. <span style="">&nbsp;</span>Na linha do que vaticinou o escritor franc&ecirc;s, <em style="">Antoine de Saint-Exup&eacute;ry</em> em o Pequeno Pr&iacute;ncipe, ou seja, &ldquo;<em>voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel por quem cativa</em>&rdquo;, n&atilde;o pode o franqueado ser abandonado &agrave; sua pr&oacute;pria sorte, porque foi o franqueador quem o cativou.</span><br /><br /><span style="font-size: 9pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Calisto MT';">Franquia n&atilde;o se vende. Voc&ecirc; conquista um empres&aacute;rio para sua rede, cativando-o e o convencendo de que seu neg&oacute;cio &eacute; bom, por isso mesmo &eacute; que voc&ecirc; deseja compartilh&aacute;-lo com outras pessoas, que possuam esp&iacute;rito empresarial, aquelas que administrar&atilde;o a unidade franqueada com seu tiroc&iacute;nio, seus recursos pr&oacute;prios, assumindo os riscos naturais de todo o neg&oacute;cio, mas sem que o franqueador as abandone, jamais &agrave; sua sorte, porque, embora independente como empres&aacute;rio, que tamb&eacute;m o &eacute; o franqueado &ldquo;jurou&rdquo; defender a bandeira da rede do franqueador, prestando-lhe absoluta fidelidade, sendo dependente, pois, apenas, mercadologicamente do l&iacute;der da rede, por isso que, quando mais n&atilde;o fosse, o franqueador nunca deve perder seus franqueados de vista, prestando-lhe apoio, assessoria permanente e diuturna.</span><br /><br /><span style="font-size: 9pt; font-family: 'Calisto MT'; color: rgb(102, 102, 102);">Assim &eacute; que, o franqueado, s&oacute; deve agir sozinho na gest&atilde;o de sua unidade franqueada dentro de uma &ldquo;doutrina esposada&rdquo;,defendida e difundida pelo franqueador, quando o contr&aacute;rio acontecer, como <em style="">in casu</em>, o franqueador deve ouvir seus franqueados.</span><br /><br /><span style="font-size: 9pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Calisto MT';">O fato narrado, com respeito &agrave; rede <em style="">KFC</em>, n&atilde;o &eacute; in&eacute;dito. No Brasil, o franqueado da cadeia <em style="">McDonald&rsquo;s,</em> implantou alguns novos produtos em sua loja de Duque de Caixas, como chope e pastel, para incrementar suas vendas, tendo sido, nada obstante, apoiado pelo franqueador que batizou seus novos produtos de &ldquo;<em style="">mc chope e <span style="">&nbsp;</span>mc pastel</em>&rdquo;.</span><br /><br /><span style="font-size: 9pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Calisto MT';">Duvido que a comercializa&ccedil;&atilde;o de produtos aliment&iacute;cios naturais (desejo de toda a popula&ccedil;&atilde;o mundial), esteja derrubando as vendas da KFC.</span><br /><br /><span style="font-size: 9pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Calisto MT';">&nbsp;Todo o franqueado sabe o que faz, pois ele &eacute; quem est&aacute; na &ldquo;linha de frente&rdquo;, em contato direto com o consumidor. E, quando voc&ecirc; (no caso o franqueador), n&atilde;o est&aacute; servindo diretamente ao consumidor (pois isto &eacute; tarefa do franqueado), voc&ecirc; franqueador deve servir a quem o serve, isto &eacute;, ao seu franqueado.</span><br /><br /><span style="font-size: 9pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Calisto MT';">Nossa legisla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o diz nada sobre o assunto exposto, o qual ser&aacute; objeto de uma reportagem, pois ela n&atilde;o regula o dia-a-dia do relacionamento direto, entre franqueador e franqueado; quem o faz &eacute; o contrato de franquia, tanto que, para este sim, a lei exige que ele seja sob a forma escrita, pois ele faz lei entre as partes.</span><br /><br /><span style="font-size: 9pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Calisto MT';">&nbsp;A forma mais correta de se resolver este problema &ndash; e mesmo de preveni-lo, &agrave; saciedade - &eacute; fazer-se constar do Contrato de Franquia e da Circular de Oferta de Franquia a exist&ecirc;ncia da figura jur&iacute;dica do &ldquo;Conselho de Franqueados&rdquo;, a ser implantado sempre por iniciativa do Franqueador e do qual ele, obrigatoriamente, far&aacute; <span style="">&nbsp;</span>parte integrante.</span><br /><br /><span style="font-size: 9pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Calisto MT';">A exist&ecirc;ncia desde Conselho, dentre outros atributos, previne iniciativas isoladas do franqueado, sem a audi&ecirc;ncia de seus pares e/ou do franqueador, quando o conceito de neg&oacute;cio estiver em jogo, s&oacute; sendo alterado e adaptado com a concord&acirc;ncia do Franqueador, como aconteceu, ali&aacute;s, no fato antes narrado com um franqueado McDnald&rsquo;s.</span><br /><br /><span style="font-size: 9pt; color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Calisto MT';">Algo mais sobre o Conselho de Franqueados deveria ser objeto de uma outra entrevista, dada a sutileza e o ineditismo de seu funcionamento.</span><br /><br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><strong>Luiz Felizardo Barroso &eacute; advogado titular da <a title="" href="../index.html">Advocacia Felizardo Barroso &amp; Associados</a> e presidente da <a title="" href="http://www.cobrart.com/">Cobrart Gest&atilde;o de Ativos e Participa&ccedil;&otilde;es</a></strong> </span><br /></div>  ]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[CRÉDITO IMOBILIÁRIO ]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2009/09/crdito-imobilirio.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2009/09/crdito-imobilirio.html#comments]]></comments><pubDate>Tue, 01 Sep 2009 16:08:09 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2009/09/crdito-imobilirio.html</guid><description><![CDATA[As Institui&ccedil;&otilde;es Financeiras, todas, est&atilde;o apostando no Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio, como forma de atingimento de altas performances em rentabilidade, ao mesmo tempo, em que se introduzem na filosofia, que hoje vemos presidir a atua&ccedil;&atilde;o de muitas das empresas, de um modo geral, as quais n&atilde;o descuidam de sua responsabilidade social, j&aacute; que, financiando im&oacute;veis, os bancos, estar&at [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><span>As Institui&ccedil;&otilde;es Financeiras, todas, est&atilde;o apostando no Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio, como forma de atingimento de altas performances em rentabilidade, ao mesmo tempo, em que se introduzem na filosofia, que hoje vemos presidir a atua&ccedil;&atilde;o de muitas das empresas, de um modo geral, as quais n&atilde;o descuidam de sua responsabilidade social, j&aacute; que, financiando im&oacute;veis, os bancos, estar&atilde;o contribuindo, tamb&eacute;m, para a diminui&ccedil;&atilde;o do d&eacute;ficit habitacional. Isto sem contar com o fato de as aquisi&ccedil;&otilde;es de bancos menores estarem se tornando escassas, obrigando as institui&ccedil;&otilde;es financeiras a crescer organicamente. <br /><br /> <br />Por outro lado, os certificados de receb&iacute;veis imobili&aacute;rios (CRI) - pap&eacute;is de renda fixa p&oacute;s-fixada, de 10 a 15 anos, garantidos por alugueres, ou por pagamentos de financiamentos imobili&aacute;rios - ca&iacute;ram no gosto dos grandes investidores de private banks, permitindo &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es travar um juro real maior, por&eacute;m, isento de imposto de renda para as pessoas f&iacute;sicas. <br /><br /> <br />Sob o ponto de vista dos adquirentes dos im&oacute;veis, podem eles contar com um maior volume de dinheiro &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o, nos diversos bancos privados, como UNIBANCO, HSBC, SANTANDER/BANESPA, REAL e, ITA&Uacute;, sem contar com os Bancos oficiais como o Banco do Brasil, Caixa Econ&ocirc;mica Federal e Nossa Caixa (SP), todos interessados no sistema de financiamento imobili&aacute;rio. <br /><br /> <br />Com a salutar concorr&ecirc;ncia instaurada, o dinheiro apareceu, tendo o caminho para a casa pr&oacute;pria ficado mais curto, pois os juros ca&iacute;ram, os impostos tamb&eacute;m, os contratos deixaram de ser obrigatoriamente indexados, podendo o comprador, se assim o quizer, saber, exatamente, quanto vai pagar ao longo de vinte anos; algo impens&aacute;vel h&aacute; cinco anos passados no Brasil. <br /><br /> <br />Novos instrumentos jur&iacute;dicos trazidos &agrave; cola&ccedil;&atilde;o - como a aliena&ccedil;&atilde;o fiduci&aacute;ria em garantia de bens im&oacute;veis, por&eacute;m, ainda de t&iacute;mida ado&ccedil;&atilde;o - contribuir&atilde;o, certamente, para aumentar a rentabilidade dos empr&eacute;stimos e a excuss&atilde;o, mais favor&aacute;vel, das garantias outorgadas; inclusive os que vieram no bojo das modifica&ccedil;&otilde;es rec&eacute;m introduzidas no C&oacute;digo de Processo C&iacute;vel, com a Lei n&ordm;. 11382 (Nova Lei de Execu&ccedil;&otilde;es e T&iacute;tulos Extra-Judiciais), que entrou em vigor em 21 de janeiro deste ano, e que d&aacute; a possibilidade de o credor averbar, na matr&iacute;cula de um im&oacute;vel, as d&iacute;vidas em processo de execu&ccedil;&atilde;o. <br /><br /> <br />Em que pese as impreca&ccedil;&otilde;es de d&uacute;vidas sobre sua aplica&ccedil;&atilde;o - que, ali&aacute;s, s&oacute; deveriam ser feitas &agrave; luz do artigo 593 do CPC - a verdade &eacute; que a lei em quest&atilde;o est&aacute; sendo considerada um avan&ccedil;o hist&oacute;rico por bancos e empres&aacute;rios do ramo, pois criou a figura da averba&ccedil;&atilde;o premonit&oacute;ria que, a prop&oacute;sito, vem sendo elogiada por representar um bloqueio efetivo de bens; al&eacute;m de proteger o adquirente de boa-f&eacute;. <br /><br /><br />Quanto &agrave;s implica&ccedil;&otilde;es levantadas pelos financiados, discordando do montante da d&iacute;vida que, como a querida colega n&atilde;o desconhece, hoje, congestionam nossos Juizados Especiais, (sob a alega&ccedil;&atilde;o de juros abusivos e outras), o adquirente do im&oacute;vel agora fica obrigado a honrar o principal do cr&eacute;dito, da mesma forma que as despesas de condom&iacute;nio; IPTU e servi&ccedil;os de fornecimento e &aacute;gua e energia el&eacute;trica, as quais acabam por onerar os bancos, interessados, &eacute; &oacute;bvio, em manter sua garantia &iacute;ntegra, livre de quaisquer averba&ccedil;&otilde;es premonit&oacute;rias. <br /><br /></span><span><br /><strong>Luiz Felizardo Barroso &eacute; advogado titular da <a href="../index.html">Advocacia Felizardo Barroso &amp; Associados</a> e presidente da <a href="http://www.cobrart.com/">Cobrart Gest&atilde;o de Ativos e Participa&ccedil;&otilde;es</a></strong> </span><span><br /><br /></span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Resolução 33 do Senado e a Dívida Ativa ]]></title><link><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2009/09/first-post.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.felizardo.com/2/post/2009/09/first-post.html#comments]]></comments><pubDate>Tue, 01 Sep 2009 15:53:35 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.felizardo.com/2/post/2009/09/first-post.html</guid><description><![CDATA[Muito se tem escrito e publicado sobre a Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 33, de 2006, do Senado Federal, que inaugurou no Brasil a terceiriza&ccedil;&atilde;o da cobran&ccedil;a de valores inscritos em d&iacute;vida ativa de Estados, do Distrito Federal e dos munic&iacute;pios, dado o car&aacute;ter pioneiro e desassombrado com que aborda o assunto. Como se trataria, em princ&iacute;pio, de um servi&ccedil;o p&uacute;blico, s&oacute; aos  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><span>Muito se tem escrito e publicado sobre a Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 33, de 2006, do Senado Federal, que inaugurou no Brasil a terceiriza&ccedil;&atilde;o da cobran&ccedil;a de valores inscritos em d&iacute;vida ativa de Estados, do Distrito Federal e dos munic&iacute;pios, dado o car&aacute;ter pioneiro e desassombrado com que aborda o assunto. Como se trataria, em princ&iacute;pio, de um servi&ccedil;o p&uacute;blico, s&oacute; aos procuradores das respectivas Fazendas Nacional, estadual e municipal caberia a representa&ccedil;&atilde;o na cobran&ccedil;a de cr&eacute;ditos de qualquer natureza inscritos em d&iacute;vida p&uacute;blica. O &oacute;bice existente seria de natureza constitucional, pois a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal &eacute; enf&aacute;tica neste sentido, eis que a interpreta&ccedil;&atilde;o de seu artigo 131, par&aacute;grafo 3&ordm; seria extens&iacute;vel &agrave; advocacia p&uacute;blica das entidades de natureza estatal, havendo, no entanto, uma sa&iacute;da para as d&iacute;vidas p&uacute;blicas de natureza n&atilde;o tribut&aacute;ria, que poderiam, perfeitamente, ser objeto de delega&ccedil;&atilde;o e at&eacute; mesmo de comercializa&ccedil;&atilde;o de receb&iacute;veis. <br /><br />&Eacute; not&oacute;ria a falta de uma estrutura de cobran&ccedil;a, principalmente nos munic&iacute;pios brasileiros que amargam a impossibilidade de carrear para os seus cofres cerca de R$ 60 bilh&otilde;es de sua d&iacute;vida ativa. Esta not&oacute;ria e permanente falta de exa&ccedil;&atilde;o na gest&atilde;o, &agrave; saciedade, da coisa p&uacute;blica tem levado v&aacute;rios pa&iacute;ses &agrave; terceiriza&ccedil;&atilde;o dos seus servi&ccedil;os p&uacute;blicos. No Jap&atilde;o, por exemplo, praticamente todos os servi&ccedil;os p&uacute;blicos do governo poder&atilde;o ser oferecidos &agrave; iniciativa privada em regime de concorr&ecirc;ncia, na maior reestrutura&ccedil;&atilde;o do setor p&uacute;blico da hist&oacute;ria do pa&iacute;s. Uma recente lei japonesa, em vigor desde julho deste ano, permite que os servi&ccedil;os p&uacute;blicos sejam testados pelo mercado para que se avalie se poderiam ser melhor administrados em m&atilde;os de pessoas de direito privado. Dentre estes servi&ccedil;os aparecem as ag&ecirc;ncias particulares de cobran&ccedil;a de contas, que poderiam passar a cuidar das aposentadorias locais, por exemplo, certamente proporcionando uma maior regularidade na arrecada&ccedil;&atilde;o das respectivas contribui&ccedil;&otilde;es mensais institu&iacute;das para este fim espec&iacute;fico. <br /><br />Em verdade, o artigo 131, par&aacute;grafo 1&ordf; da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal confere &agrave; Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) o privil&eacute;gio de representa&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o, mas s&oacute; para a execu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida ativa, vale dizer, s&oacute; para a sua representa&ccedil;&atilde;o em ju&iacute;zo. S&oacute; que, quando o volume f&iacute;sico das d&iacute;vidas a serem cobradas chega a um montante bastante elevado (como, ali&aacute;s, acontece com a d&iacute;vida p&uacute;blica, inclusive a de natureza tribut&aacute;ria), antes de pensarem em um ajuizamento, os agentes financeiros tentam receber o m&aacute;ximo amigavelmente, acionando os devedores e persuadindo-os, particularmente, a liquidarem seus d&eacute;bitos pela via amig&aacute;vel. <br /><br />Esta atua&ccedil;&atilde;o extrajudicial, a ser exercida por particulares, poderia ter lugar mesmo tratando-se de d&iacute;vida ativa de natureza tribut&aacute;ria? Penso que isso &eacute; o que estar&aacute; acontecendo com as institui&ccedil;&otilde;es financeiras, a partir da novel resolu&ccedil;&atilde;o do Senado, isto &eacute;, estar&atilde;o promovendo, t&atilde;o somente, a cobran&ccedil;a amig&aacute;vel da d&iacute;vida ativa de natureza tribut&aacute;ria direta ou indiretamente, atrav&eacute;s de suas assessorias de cobran&ccedil;a, sem, ao menos, cogitarem de ajuizar nenhum procedimento judicial a respeito, em face do contribuinte inadimplente. <br /><br />N&atilde;o se alegue que, se adotada a Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 33 do Senado, haveria a quebra do sigilo fiscal, podendo os bancos utilizar o cadastro dos inadimplentes para a an&aacute;lise na troca de concess&atilde;o de cr&eacute;dito. Seria um verdadeiro "Big Brother" contra o contribuinte, como afirmou o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Procuradores do Estado (Anape). <br /><br /> <strong>No Jap&atilde;o praticamente todos os servi&ccedil;os p&uacute;blicos podem ser oferecidos &agrave; iniciativa privada em regime de concorr&ecirc;ncia</strong> <br /><br /> Neste particular, muito mais devastadores t&ecirc;m sido os efeitos da penhora on line, quando se sabe que o magistrado, via Banco Central (Bacen), possui licen&ccedil;a para entrar nas contas banc&aacute;rias das empresas, congelando o seu saldo positivo, mediante o bloqueio eletr&ocirc;nico de tantas contas quantas as empresa tiverem, paralisando-as pelo perverso garrote financeiro a que s&atilde;o submetidas. <br /><br />Embora constitua-se em uma quebra de paradigma - como o do princ&iacute;pio da indisponibilidade do interesse p&uacute;blico - a solu&ccedil;&atilde;o que ora se est&aacute; propondo n&atilde;o est&aacute; eivada de inconstitucionalidade, tendo, ao contr&aacute;rio, um fim eminentemente nobre, qual seja o de viabilizar o enchimento dos cofres p&uacute;blicos com o que j&aacute; lhes pertence, estando, este apenas, indevida e temporariamente nas m&atilde;os do contribuinte inadimplente. <br /><br />A solu&ccedil;&atilde;o alvitrada, ademais, atende a uma nova perspectiva do Estado moderno, qual seja a de se socorrer de solu&ccedil;&otilde;es e de entidades privadas que o auxiliem a cumprir fielmente seu papel constitucional, como j&aacute; o faz, a prop&oacute;sito, com as parcerias p&uacute;blico-privadas (PPP) e com a pr&oacute;pria franquia p&uacute;blica, como a da Empresa Brasileira de Correios e Tel&eacute;grafos (EBCT). <br /><br />O endosso mandato que talvez se tornasse necess&aacute;rio para que os bancos e as firmas de cobran&ccedil;a pudessem exercer essa sua atividade de retomada dos respectivos ativos financeiros em prol dos cofres p&uacute;blicos, como &eacute; not&oacute;rio, n&atilde;o transfere a propriedade dos respectivos cr&eacute;ditos. O que &eacute; vedado constitucionalmente &eacute; a representa&ccedil;&atilde;o em ju&iacute;zo dos entes p&uacute;blicos por quem n&atilde;o seja procurador concursado de algumas das Fazendas p&uacute;blicas antes mencionadas. E a Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 33 do Senado n&atilde;o fala, em nenhum momento, nesta hip&oacute;tese, e nem tampouco os bancos e/ou as firmas de cobran&ccedil;a est&atilde;o querendo cobrar em ju&iacute;zo o cr&eacute;dito que lhes ter&aacute; sido repassado, sen&atilde;o, t&atilde;o somente, proceder a uma cobran&ccedil;a amig&aacute;vel, como, ali&aacute;s, j&aacute; faziam os contenciosos amig&aacute;veis do servi&ccedil;o p&uacute;blico, s&oacute; que de modo ineficiente, mesmo porque este n&atilde;o era seu "core business", hip&oacute;tese em que a palavra de ordem, "tien toi on ton sujet", ressona a c&eacute;u aberto. <br /><br /><strong>Luiz Felizardo Barroso &eacute; advogado titular da <a href="http://www.felizardo.com/index.html">Advocacia Felizardo Barroso &amp; Associados</a> e presidente da <a href="http://www.cobrart.com">Cobrart Gest&atilde;o de Ativos e Participa&ccedil;&otilde;es</a></strong> <br /><br /><strong>Este artigo reflete as opini&otilde;es do autor, e n&atilde;o do jornal Valor Econ&ocirc;mico. O jornal n&atilde;o se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informa&ccedil;&otilde;es acima ou por preju&iacute;zos de qualquer natureza em decorr&ecirc;ncia do uso dessas informa&ccedil;&otilde;es.</strong><br /><br /></span></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>

